Domésticos, direitos iguais e os pobres

Ontem foi aprovada a chamada PEC das Domésticas, que é uma Proposta de Emenda à Constituição que amplia direitos dos empregados domésticos, e praticamente iguala aos dos demais trabalhadores (saiba mais aqui).

É uma vitória dos trabalhadores, o fim de uma tremenda injustiça, e que deverá provocar uma mudança de hábitos.

Ter empregados domésticos como no Brasil, é fruto de subdesenvolvimento e subemprego. Em países mais ricos, a realidade é outra.

A imprensa conservadora (de ranço escravocrata!) não tem coragem de criticar, mas aponta defeitos e a reclamação é geral.

Veja aqui uma reportagem da Rede Globo no Jornal Hoje na qual é relatada a dificuldade de se encontrar empregada doméstica, e isso foi em janeiro de 2013.

A explicação encontrada é que as mulheres estão estudando mais e encontrando empregos mais qualificados.

Que maravilha!

Um país onde todos têm direitos iguais!  Estamos chegando lá.

Nada contra ao conforto, mas desde que isso não advenha de uma exploração dos direitos do mais pobre.

Vai ter que ocorrer uma adaptação ou mudança da sociedade. O maridinho vai ter que aprender a dividir o trabalho em casa; o adolescente preguiçoso vai ter que arrumar a própria cama, dobrar a sua roupa, etc.

Lembrei-me também de uma matéria muito interesse de um jornalista americano – Kenneth Rapoza – que morou por 10 anos no Brasil, e escreve para a Revista Forbes.

Reproduzo a matéria na íntegra logo abaixo, em uma tradução feito por um internauta do Blog Conversa Afiada.

Realmente o Brasil está mudando e todos terão que se adaptar.

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A ‘pobre’ classe média brasileira e os pobres serviçais que desapareceram

Deixe-me começar dizendo que isto não é uma crítica ao Brasil. É uma história real que mostra como a maré crescente do país está levantando todos os barcos. Os pobres têm mais oportunidades do que nunca. Estão ganhando mais dinheiro (56 por cento). E para a classe média, acostumada a depender deles para lavar os pratos e fazer o almoço, os dias de luxo acabaram.
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Minha casa, o Edifício Bretagne. Como eu sinto falta!

Edifício Bretagne

Todas as três janelas do último andar eram minhas.

E eu tinha uma empregada para limpá-las para mim.

Pergunte a quem vive no exterior o que mais gosta e a resposta, inevitavelmente, será esta: os impostos e o serviço de limpeza. Isso mesmo. Empregadas domésticas. E não só para os qualquer classe média, às vezes até para a baixa. Se estão vivendo em Dubai, Mumbai ou no Brasil, todos amam suas empregadas. É um luxo que não podem pagar quando voltarem para os seus países.

Eu vivi no Brasil por 10 anos. Saí em março de 2010. Empregadas faziam meu almoço: arroz, feijão e carne. Salada. Sobremesa. Refresco suco de laranja ou limonada suíça ou maracujá ou guaraná. Em seguida, ela lavava a louça. Depois, lavava e passava minhas roupas.

Conforme o tempo passava, a manutenção de uma empregada doméstica diária tornou-se caro. Diminuí para duas vezes por semana. Ela limpava a casa e lavava a roupa. Eu pagava R$ 80 por dia, ou R$ 140 por semana, cerca de US$ 78 para dois dias completos de trabalho.

Seu nome era Hélia. Eu e minhas filhas amávamos a Hélia. Espero que ela esteja bem.

Nós vivemos neste belo edifício em São Paulo, no bairro Higienópolis. Um colega meu de uma das grandes agências de notícias dos Estados Unidos viveu lá, também. Nossos filhos saíam muito juntos, especialmente na piscina, cercada por palmeiras que abrigavam esses pequenos papagaios verdes que se misturavam com as folhas de palmeiras. Ele também tinha uma empregada, só que todos os dias e, por vezes, nos fins de semana. Uma colunista do jornal Folha de São Paulo também morava no prédio. Ela tinha uma filha. Só a filha tinha uma empregada e uma babá, sete dias por semana. Era uma colunista de 40 e poucos anos de um jornal tradicional, não uma estrela de rock.

Como eu, o meu colega era um americano vivendo uma vida que nunca poderia pagar nos Estados Unidos. Nunca. Dois repórteres normais à espera de ter a cabeça cortada. Ele, um pouco mais rico e esperançoso; eu um pouco mais jovem e mais cansado. Uma coisa que todos nós adorávamos era o luxo daquela ajuda em casa.

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A piscina tinha até um barman.

Embora um pouco mal humorado. Ahhh, que vida …

Piscina do Edifício Bretagne

Nos últimos oito anos, a renda dos trabalhadores domésticos no Brasil aumentou 56 por cento , de acordo com o IBGE. É um número difícil de quantificar porque quase toda empregada doméstica no Brasil é paga em dinheiro, não registrada. Em comparação, a renda média em geral aumentou 29 por cento. Em âmbito nacional, o salário médio pago aos empregados domésticos gira em torno de R $ 721 por mês, ou cerca de US $ 360. No entanto, esse número é o dobro ou o triplo em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. A renda de empregadas domésticas brasileiras aumentou em média 6,7 por cento em apenas um ano, em termos reais. O aumento do salário causa um constante declínio no número de trabalhadores domésticos no mercado.

Francamente, a economia do Brasil está cada vez mais rica. Os pobres têm coisas melhores para fazer do que trabalhar para adolescentes de classe média que ainda não aprenderam nem a dobrar e guardar as suas próprias camisetas.

Salários elevados – escassez. Muitos brasileiros não podem mais pagar empregadas. Bem-vindo ao seu sonho americano, Brasil!

Carol Campos é uma administradora no Banco do Brasil em São Paulo. Uma típica pessoa de classe média. Ela mora em Higienópolis. Eu fui a casa dela muitas vezes. Nossos filhos são amigos. Iam para a escola juntos. Ela costumava ter uma empregada todos os dias quando seu primeiro filho nasceu, depois passou para dois dias por semana – por causa do aumento do custo de vida – ela me diz, “Estamos agora a apenas um dia por semana. É muito caro.” Ela lhe paga R $ 90 (US $ 45) por dia.

Uma série de novas leis trabalhistas destinadas a proteger os trabalhadores informais elevou tais custos. O governo queria que os trabalhadores pobres, a maioria mulheres, tivessem dinheiro suficiente para poupar para a aposentadoria e pagar por planos de saúde. O início do aumento dos salários se deu pelo ano 2000.

“Cerca de quatro anos atrás, quando eu e minha irmã estávamos na faculdade e trabalhávamos, minha família decidiu contratar uma ‘Diarista’”, diz Leoberto José Preuss, um analista de sistemas na empresa TOTVS em Joinville, Santa Catarina, um dos estados mais classe média no país. Naquela época, ele diz, a diarista, uma empregada doméstica que só vem de vez em quando e recebe por dia, custava apenas R $ 60 por dia para cozinhar e limpar a casa. “Você tem sorte se hoje encontrar alguém por menos de 90″, diz ele. Estamos com alguém só três dias por semana. É difícil encontrar alguém disponível nos dias de hoje. ”

E vai “piorar”. O serviço doméstico definitivamente vai ficar mais caro. Tão caro, na verdade, que a maioria dos brasileiros de classe média não terá mais uma empregada.

Recentemente, o governo incluiu o 13º salário para os domésticos de tempo integral, além do recolhimento do FGTS. O serviço de limpeza doméstica no Brasil está se profissionalizando e tem puxado o tapete da classe média acostumada a depender deles para manter a casa em ordem.

Uma pesquisa da Folha de São Paulo este mês perguntou a 1.177 entrevistados se eles seriam capazes de pagar uma empregada doméstica, dadas as novas leis trabalhistas – 44 por cento disseram que não, 26 por cento disseram que teriam que diminuir. Assim, um total de 70 por cento estão começando a se acostumar com o fato de que os bons e velhos tempos de “Banana Republic” já são coisa do passado.

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Sarah Castro, 28, é também uma repórter de Santa Catarina, também classe média, que cresceu com uma empregada de tempo integral, sua própria Mary Poppins.
“Nossa empregada se chamava Nice. Ela morava com a gente e foi parte da nossa família. Eu sinto falta dela. Não havia ninguém como ela”, diz ela. “Hoje em dia, só temos uma empregada um dia por semana. Uma empregada boa é difícil de encontrar.”
Ou melhor – se tudo continuar como está, quando Sarah fizer 40 anos ela simplesmente não terá mais condições de pagar por uma empregada doméstica.

Por Kenneth Rapoza

http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2013/01/22/brazils-poor-middle-class-and-the-poor-that-no-longer-serve-them/

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Postura de líder

LIDERANÇANovamente com uma matéria da Forbes para uma reflexão a respeito de liderança (o que já falamos aqui uma vez).

Conforme a revista, liderança é um comportamento aprendido que se torna inconsciente e automático ao longo do tempo. Os líderes tomam decisões importantes sobre um problema no mesmo período em que outras pessoas levam apenas para entender as questões. O processo de tomada dessas decisões vem de um acúmulo de experiências, encontros com uma multidão de circunstâncias diferentes, tipos de personalidade e falhas imprevistas.

Conforme a publicação, os líderes mais bem-sucedidos são os tomadores de decisões instintivas. Para fazer a carreira avançar, é preciso aprimorar a capacidade de liderança e assumir responsabilidades. Para chegar lá, a revista listou 15 posturas que devem ser feitas automaticamente no trabalho por um líder de sucesso. Confira:

1- Faça com que os outros se sintam seguros: 
Muitos líderes costumam intimidar os seus colegas com seu título ou quando entram em uma sala. Os líderes devem desviar a atenção de si mesmos e incentivar outras pessoas a expressar suas opiniões. Eles são especialistas em fazer os outros se sentirem seguros, confiantes e partilhar as suas perspectivas e pontos de vista. Eles usam a sua presença para criar um ambiente acessível.

2 – Saiba tomar decisões:
Os líderes são os tomadores de decisão. Eles querem facilitar o diálogo para capacitar seus colegas para chegar a uma conclusão estratégica. Eles se concentram em “fazer algo acontecer” em todos os tempos e a tomada de decisões faz parte desse processo.

3 – Comunique as expectativas:
Os líderes de sucesso são grandes comunicadores e eles lembram os seus colegas de valores da organização e das expectativas de desempenho. Assim será possível garantir que sua visão está devidamente traduzida e que os objetivos deverão ser executados corretamente.

4 – Desafie as pessoas a pensar
Os líderes mais bem-sucedidos entendem a mentalidade de seus colegas, as suas capacidades e em que áreas podem melhor. Eles usam esse conhecimento para desafiar suas equipes a pensar e instigá-los a alcançar mais. Se você não está pensando, você não está aprendendo algo novo e se você não está aprendendo, você não está crescendo – e com o tempo seu trabalho se tornará irrelevante, diz a publicação.

5- Seja responsável com os outros
Os líderes são responsáveis por assegurar que todos estão pró-ativos e estão atentos às necessidades de seus colegas. Agir de forma responsável perante os outros é um sinal de que seu líder se concentra mais no sucesso do grupo do que apenas no seu.

6- Dê o exemplo:
Liderar pelo exemplo parece fácil, mas são poucos os líderes que fazem isso. Os líderes de sucesso praticam o que pregam e estão atentos às suas ações. Eles sabem que todo mundo está os observando e, portanto, são incrivelmente intuitivos ao detectar aqueles que estão o observando e esperando um passo em falso.

7- Recompense um bom desempenho:
Os grandes líderes têm sempre um “pulso forte” para garantir o bom desempenho da empresa. Eles não só são ativos em cobrar boas performances como reconhecem o trabalho duro e esforços (não importa o resultado).

8- Forneça feedback contínuo:
Os funcionários querem que seus líderes digam que eles estão prestando atenção neles e que apreciam qualquer boa ideia ao longo do caminho. Os líderes sempre fornecem e recebem feedback (retorno) criando relações de confiança com os seus colegas.

9- Saiba aproveitar os talentos:
Os líderes conhecem os seus talentos e sabem como usá-los. Eles são especialistas em ativar os recursos de seus colegas e sabem quando implantar as habilidades únicas.

10- Saiba fazer perguntas e pedir conselhos:
Os líderes fazem perguntas e pedem conselhos o tempo todo. Do lado de fora, eles aparentam que sabem de tudo. Mas, no interior, eles têm uma grande sede de conhecimento e estão constantemente tentando aprender algo novo por causa de seu compromisso de ser melhor.

11- Resolva problemas e evite a procrastinação:
Os líderes enfrentam problemas de frente e sabem como descobrir o cerne do assunto em questão. Eles não procrastinam e, assim, tornar-se incrivelmente hábeis na resolução de problemas.

12 – Tenha uma atitude positiva:
Os líderes de sucesso criam uma cultura de trabalho positiva e inspiradora. Eles sabem como definir o tom e trazer uma atitude que motiva os seus colegas a tomar determinadas medidas. Para isso, são simpáticos, respeitadores e têm força de vontade.

13- Seja um grande “mestre”:
Muitos funcionários no local de trabalho irão dizer que os seus líderes foram grandes professores. Os líderes de sucesso nunca param de ensinar porque eles também são motivados a aprender. Os líderes de sucesso usam parte do seu tempo para orientar os seus colegas e fazem um investimento para patrocinar aqueles que provaram que são capazes e estão ansiosos para avançar.

14- Invista em relacionamentos:
Os líderes não se concentram em proteger seu domínio. Eles passam a expandir os domínios e investem em relacionamentos mutuamente benéficos.

15- Genuinamente goste das responsabilidades:
Os líderes amam ser líderes – não por causa do poder, mas pelo impacto significado e propósito que eles podem criar nos outros.

 

Fonte: Portal Terra

O que nunca deve ser dito no trabalho

Reproduzo uma matéria da Revista Forbes que está no Portal Terra.

Quem  já trabalhou em qualquer empresa com mais de dois funcionários, sabe que estas situações são realmente desagradáveis e depõem contra o funcionário.

A maioria dos trabalhadores tem mentalidade de escravo. Trabalha porque é obrigado, e não porque isso lhe dá uma retribuição, um crescimento, um aprendizado e uma possibilidade de planejar uma vida melhor.

A reportagem da revista  Forbes teve como base o livro Apresentações e conversas que dão resultado, da especialista em carreiras Darlene Price que entrevistou vários diretores e líderes em diversas empresas e seguimentos.

A especialista afirma que em um ambiente de trabalho onde os empregadores devem ser de ponta, competitivos e rentáveis, funcionários que usam determinadas frases provavelmente serão substituídos por aqueles que transmitem uma atitude mais positiva, espírito de colaboração, comportamento pró-ativo e comportamento profissional.

Confira 13 frases que não devem ser ditas no ambiente de trabalho:


1- “Isso não é justo”
Um colega recebeu um aumento, você não. Ele foi reconhecido, você não. Segundo a especialista, injustiças acontecem no trabalho e no mundo todos os dias. Isso não é desculpa para usar essa frase no mercado de trabalho e ficar reclamando o tempo todo. Uma póstuma melhor é documentar os fatos, construir um caso, e apresentar um argumento inteligente para garantir a mudança.

2 – “Isso não é problema meu”, “Esse não é o meu trabalho” ou “Eu não ganho o suficiente para isso”
Conforme a especialista, independentemente do quão inconveniente um pedido possa ser, ele é importante para a outra pessoa ou ela não teria te perguntado. Portanto, como um membro da equipe, uma prioridade é se preocupar com o sucesso dos outros e fazer o que foi pedido. Uma atitude despreocupada, individual e egoísta rapidamente limita a progressão na carreira, conforme Darlene. No entanto, ela afirma que isso não significa que você tem que dizer que sim, mas significa que você precisa ser articulado quando dizer não e ponderar suas razões.

Conforme a revista, se o seu chefe faz um pedido razoável, em vez de dizer que você não ganha o suficiente para isso, você deve perguntar qual tarefa que faz atualmente deve ficar de lado para realizar a solicitação. Isso mostra que você sabe trabalhar em equipe, mas também lembra seu chefe da sua carga de trabalho atual e estabelece expectativas realistas.

3 – “Eu acho que …”
Segundo a especialista, é melhor evitar esse tipo de colocação que aparece uma forma fraca de se comunicar no trabalho, especialmente com clientes. O melhor é optar por expressões que mostram mais confiança e ser mais assertivo.

4- “Sem problema”
Quando alguém lhe agradece, a resposta cortês e educada é “obrigada você”. A resposta “sem problema” não dá valor à outra pessoa e implica que a mesma situação poderia ter sido um problema em outra circunstância. O melhor, nesse caso, é agradecer corretamente.

5 – “Eu vou tentar”
Quem fala que vai tentar indica que a obrigação que lhe foi imposta pode não ser realizada em tempo hábil, diz a publicação. Essa frase implica a possibilidade de fracasso. Assim, o ideal é substituir a palavra “tentar” pela “fazer”. Esta mudança aparentemente pequena diz muito, acrescenta ela.

6 – “Ele é um idiota”, “Ela é preguiçosa” ou “Eu odeio essa empresa”
Nada acaba com uma carreira mais fácil que xingamentos, conforme a especialista. Eles não só revelam imaturidade como são expressões responsáveis por provocar situações desastrosas. Ela ressalta ainda que é preciso evitar indelicadezas e julgamentos que inevitavelmente vão refletir negativamente sobre você. Caso exista uma verdadeira reclamação sobre alguém ou algo, é preciso comunicar a questão com consideração, tato e neutralidade.

7 – “Mas nós sempre fizemos isso dessa maneira”
Os líderes mais inovadores valorizam pensamento criativo e habilidades para resolver problemas de seus funcionários e de uma só vez esta frase revela o oposto: um funcionário inflexível, preso no passado e com a mente fechada. É interessante dizer “essa é uma ideia interessante”, “vamos ver como isso funciona” ou “vamos discutir os prós e os contras”.

8- “Isso é impossível” ou “não há nada que eu possa fazer”
Essa resposta não é permitida já que é impossível ter certeza de que o funcionário considerou todas as soluções possíveis. A fala parece pessimista e mostra uma perspectiva passiva e sem perspectiva, diz Darlene. A especialista afirma que esta abordagem é raramente valorizada no local de trabalho e o empregado tem que comunicar através de suas palavras como pode contribuir para melhorar a situação.

9- “Você deveria ter” ou “Você poderia ter”
Você provavelmente não ficaria feliz se alguém dissesse: “você poderia ter tentado um pouco mais” ou “você deveria ter me dito isso mais cedo”. Conforme a revista, as possibilidades são formas de causar sentimentos de culpa e apontar cuidados. Em vez de fazer alguém se sentir mal, ainda que por um motivo válido, para garantir o bem estar no ambiente de trabalho é preciso não fazer julgamentos e dizer “No futuro, eu recomendo “

10 – “Vocês são”
Reserve a expressão para conversas amigáveis e evite usá-la no ambiente de trabalho. É uma expressão coloquial que reduz o nível de profissionalismo e deve ser trocada por “organização” e “equipe”.

11 – “Eu posso estar errado, mas …” ou “Isto pode ser uma ideia idiota, mas …”
Essas frases reduzem a credibilidade do que é dito e diminuem seu impacto. Por esta razão, é preciso eliminar qualquer frase que diminui a importância de quem você é ou reduz a importância do que você pode contribuir. Em vez disso, faça valer a sua recomendação de outra maneira como, por exemplo, “para reduzir os custos de viagem e aumentar a eficiência, eu recomendo que a reunião trimestral seja conduzida online”.

12- “Você não acha?” ou “Ok?”
Essas palavras são consideradas excessivamente cautelosa e não comprometedoras. Se o trabalhador quer comunicar uma mensagem de maneira confiante comandante e convencer as pessoas, é melhor mostrar que tem certeza do que está falando, diz a Forbes.

13- “Eu não tenho tempo para isso agora” ou “eu sou muito ocupado”
Conforme a especialista, mesmo que essas afirmações sejam verdadeiras, ninguém quer sentir-se menos importante do que algo ou alguém e para promover relações positivas e transmitir empatia é melhor dizer “eu ficaria feliz em discutir isso com você depois de minhas reuniões matinais” ou “posso ir ao seu escritório mais tarde”.

Fonte: Agência da Notícia  | TERRA