Há juízes!

É alentador ver que ainda há Juízes humanos, solidários, que compreendem a finalidade da instituições.

Leia com atenção o histórico da mãe: sofreu violência sexual pelo pai, teve irmão assassinado, etc., ou seja, têm um  vida marcada pela violência, pela desumanidade, indiferência social e omissão do Estado.

Para os condenadores sistemáticos que estão pedindo “cadeia”, “cadeia”, sangue”, “sangue”, é difícil de entender deveres humanitários básicos.

Mas, para quem nunca obteve respeito por parte do Estado, como o respeitará?

Reflita na situação social que é de um caso, mas que representa inúmeros outros e veja o que podemos fazer para ajudar a nossa geração. 

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Mulher entra na Justiça e Igreja devolverá dízimo

Este aí pirou mesmo!
Pegou o dinheiro e escafedeu-se…
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Mulher entra na Justiça e Igreja Universal do Reino de Deus devolverá dízimo

Uma mulher entrou na Justiça contra a Igreja Universal do Reino de Deus e conseguiu receber de volta seus dízimos. De acordo com uma publicação do jornal “Extra”, a mulher recebeu uma grande quantia de dinheiro após realizar um serviço e foi induzida pelo pastor a reverter o montante para a instituição religiosa. Pouco depois o homem fugiu da igreja, resultando em um processo de depressão na fiel, que ficou sem emprego e na miséria.O processo, acompanhado pela 5ª Turma Cívil do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) confirmou a sentença, determinada pela 9ª Vara Cível de Brasília. Nela, a Igreja Universal do Reino de Deus deverá devolver os R$ 74.341,40 doados à antiga frequentadora, além de acrescer juros de mora de 1% ao mês.

A doação foi realizada a partir de dois cheques compensados em dezembro de 2003 e janeiro de 2004. Entretanto, a mulher decidiu acionar a Justiça somente em 2010, quando sua situação financeira já estava seriamente prejudicada.

Apesar de ter recorrido, a Igreja Universal do Reino de Deus não conseguiu cancelar a decisão. A igreja ainda chegou a afirmar que a mulher era uma empresária e que tinha rendimentos para poder se sustentar caso doasse o montante, na tentativa de se defender.

Fonte: Associação Mineira do Ministério Público