É possível falar em carreira de advogado?

Segundo dados da OAB somos cerca de 750.000 advogados no Brasil e a cada ano por volta de 70.000 novos profissionais ingressam no mercado.

Em números absolutos só perdemos para os Estados Unidos e Índia, respectivamente.

Com um mercado com esta efervescência e concorrência, pode-se afirmar sem medo que a carreira na advocacia é promissora.

Quando falamos em carreira pensamos em planos, metas, projetos. E por isso a questão no título: é possível falar em carreira de advogado?

A advocacia é uma atividade sui generis.

Segundo a Constituição Federal trata-se de atividade indispensável à administração da justiça, ou seja, é essencial ao desenvolvimento e desempenho da atividade do Poder Judiciário.

Porém, é uma atividade privada.

Quando o advogado trabalha em um grande escritório, que funciona como uma empresa, esta visão de carreira é mais óbvia, mais simples.

Mas e quanto ao advogado que atua como profissional liberal? Que desenvolve sua atividade de forma autônoma, sem qualquer vínculo ou garantia, sem a chamada estabilidade? Como planejar seu futuro como advogado? Como estabelecer metas e conseguir cumpri-las?

É uma equação interessante, pois exercemos atividade privada, que é de interesse público, e que conta com controle e limitações do Código de Ética que nos impede de atuar como qualquer outra atividade mercantil privada, até mesmo porque a advocacia não é uma atividade mercantil.

Por isso não tenho como responder à pergunta, mas aceito sugestões e abro o debate para futuras postagens.

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Carreira e finanças

Há um tempo que estava pretendendo escrever sobre dinheiro.

A maioria de nós vive uma relação conflituosa com ele.

Às vezes até hipócrita, como se não fosse o dinheiro não fosse necessário neste estágio de vida que nos encontramos.

Seja pela falta, seja pelo despreparo, seja pela busca desordenada, o fato é que muitas pessoas o colocam como objetivo de vida.

Com o devido respeito aos que pensam diferente, dinheiro é só uma ferramenta, neutra, de busca de equilíbrio da vida em sociedade enquanto vivemos.

Talvez o grande problema é que desenvolvemos uma relação emocional com o dinheiro.

Ou se ama, ou se odeia.

Porém, creio que devemos nos envolver emocionalmente com pessoas, não com coisas.

Coisas servem para serem usadas.

Pessoas para desenvolver sentimentos e amor.

Gustavo Cerbasi

Gustavo Cerbasi

Gustavo Cerbasi dispensa apresentação.

É escritor, professor e consultor financeiro.

Seu site Mais Dinheiro é um dos mais bacanas que temos nesta área. O seu livro Casais inteligentes enriquecem juntos é um best seller.

Pois foi neste site Mais Dinheiro que encontrei uma ferramenta muito interessante de consultoria financeira.

Trata-se do YourLife, um programa de análise de comportamento financeiro, que propõe um autodesenvolvimen

to oferecendo tecnologias de planejamento estratégico pessoal.

A proposta é trabalhar quatro áreas: carreira, finanças, saúde e família.

No meu caso o teste deu absolutamente correto e me forneceu um diagnóstico preciso de onde estou e para onde quero ir, nesta questão financeira.

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