Famílias acolhedoras

família acolhedora

O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que “toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta[1].

A própria Constituição Federal (art. 226) considera a família como a base da sociedade e tem especial proteção do Estado.

Lamentavelmente ainda não conseguimos realizar de uma forma efetiva esta “proteção especial do Estado”, e as consequências disso são visíveis na sociedade doente que vivenciamos.

Um dos efeitos desta sociedade doente é o abandono de crianças pelos seus pais, seja por causa de drogas ou bebidas, pela irresponsabilidade, imaturidade ou mesmo insensibilidade.

Se não for possível a manutenção ou reintegração na família de origem, o caminho para estas crianças é a adoção.

Mas até que o processo seja finalizado como ficam estas crianças?

Normalmente em abrigos e em famílias substitutas – conhecidas como famílias acolhedoras.

No link abaixo uma reportagem do FESP em Ação aqui de Passos que dá uma rápida ideia de como funciona este serviço e participo contando um pouco da experiência de nossa família com o programa:

Avalie a possibilidade de participar do programa, pois tenho certeza que você também pode contribuir para diminuir a angústia e o sofrimento de uma criança.

Saiba mais no site do Ministério do Desenvolvimento Social.

 

[1] Art. 19 da Lei nº 8069/90

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