Televisão: A domesticadora dos pobres

Compartilho excelente artigo que li no Para Além do Agora, que está originalmente no Insistimento.

Leia, reflita e pense hoje mesmo o que você tem que mudar a respeito.

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Por Isaias Costa

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É com grande alegria que compartilho um excelente artigo do empresário Marcos Rezende falando sobre a televisão e o quanto ela nos torna pobres no mais profundo da palavra. Eu concordo em absolutamente todos os pontos que ele tocou neste texto e espero que ele lhe leve a uma boa reflexão e a trocar a bendita TV por atividades mais prazerosas, como ler um bom livro, assistir a um bom filme, estar com os amigos, fazer uma atividade física, caminhar, namorar, passear com o cachorro etc. etc. A meu ver, há uma infinidade de coisas melhores do que ficar diante da TV e quem sabe hoje você se certifique disso e mude de postura…

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Eu agradeço

Eu agradeço

Plinio Oliveira

Eu agradeço o amor
Eu, que nem mereço cantar
A minha casa
Estava vazia
Mas você veio me visitar

Eu agradeço o sol
Desde o começo do azul
A minha gente
Estava tão triste
Até chegar a sua luz

Eu agradeço viver
E tudo o que peço é você
Sempre por perto
Meu peito aberto
É o que tenho pra oferecer

Eu agradeço sentir
E mais que agradeço existir
Na dança do espaço
Procuro seu braço
E fecho os olhos
Pra você me conduzir
Em paz

Qual a sua idade?

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Na próxima segunda-feira, dia 24 de março, vou completar 40 anos de idade.

É estranho e surreal.

Lembro quando tinha 18, 10 ou 25 e pessoas com 40 anos pareciam bem mais velhas. Comigo é diferente…rs. Isso mesmo, porque não me sinto em absoluto com esta idade.

Aliás, tenho alguns amigos que estão também com a mesma idade e dois particularmente que completaram 50 anos neste mês.

Fiz a pergunta aos dois: como estavam se sentindo com 50 anos e todo o peso que isso representa.

Ambos disseram que não se sentiam com meio século. Se sentem com a vitalidade de pelo menos 15, 20 anos a menos.

Lembrei até de uma frase que li:

“Nunca serei velho. Para mim, a velhice começa 15 anos depois da idade em que estiver”. Bernard Baruch

É justamente o que acontece comigo neste momento. Sinto a mesma vitalidade e energia de quando tinha 20 ou 25 anos, e para relembrar uma frase do Ziraldo também oportuna:

“Não fossem os amigos de infância e o espelho, a gente nunca saberia que está ficando velho.” 

Os mais jovens não têm esta dúvida. Ainda não, pelo menos.

Mas é curiosa a sensação de que a mente e o entusiasmo pela vida não se medem pelo que se convencionou chamar de tempo.

Este o ponto. E se você não soubesse quantos anos tem quantos anos você acha que teria?

De outro lado, há também uma questão a se pensar. Quanto mais tempo passou da minha chegada nesta vida teoricamente menos tempo tenho até findar esta etapa.

Li certa vez que perguntaram a um ancião quantos anos tinha ele respondeu 7, 8 talvez 10. Isso porque o que já passou não temos mais, somente temos os que virão.

Também não sei quanto tenho então. Ou quanto terei. Sei que já gastei 40. E sei também que os próximos que vierem sejam eles quantos forem, serão os melhores de todos.

Canto a mim mesmo

Nos últimos dias participei de uma brincadeira no Facebook de um desafio para postar uma poesia no perfil. Legal para retomarmos uma arte que anda meio abandonada, embora não consigamos viver sem poesia.

E para manter a proposta trago Walt Whitman, considerado dos maiores poetas norte americanos com uma poesia que faz parte do Canto a mim mesmo.

Nas palavras do poeta: “sei que sou imortal, sei que esta minha órbita não pode ser traçada pelo compasso de um carpinteiro qualquer“.

Retrato de Walt Whitman por Thomas Eakins

Retrato de Walt Whitman por Thomas Eakins