Ambivalência

Do excelente blog de Flávio Siqueira

 

As ambivalências do dia de hoje

Não há dia que eu deixe de ser confrontado com minhas ambivalências, com as contradições presentes em minhas escolhas, quando sou quem acho que não seria, quando encontro descompassos entre o que estou sendo e o que penso ser, entre o agir e o querer, entre o mundo que cresce para o lado de dentro e o mundo que vivo no lado de fora. Não sei amar, mas tento praticá-lo.

Não sei perdoar, mas todos os dias tenho oportunidades de exerce-lo.
Não sei ser bom, e a vida me enche de chances para que eu seja.
Não sou humilde, mas seria tolo se não admitisse que a falta de humildade mata; por isso exercito, por isso caminho, por isso, quando me canso, sei que logo me renovo e então prossigo sabendo que, em cada dia, a chance de dar mais um passo, de experimentar um pouco mais, de perceber, de enxergar, de, finalmente, acordar.

Veja o post no blog de origem: As ambivalências do dia de hoje

Elogie também!

Do imprescindível e excelente Defenestrando, de Daniel Polcaro.

Elogiar, a alma do negócio!

BEM10

Por mais que a existência pareça ruim e sem nenhuma solução à vista – a prazo, teremos todos os caminhos certos -, um lado bom existirá, mostrando que mesmo a pequena luz na escuridão é capaz de mostrar que ela continuará a sinalizar nas piores das situações.

Pensando nessa forma de ver o lado bom das coisas, e principalmente das pessoas, lembrei de uma dessas infinitas listas de itens finitos para ter o sucesso, rápido e fácil – há de lembrar que se o sucesso fosse tão rápido e fácil teríamos tantas pessoas bem sucedidas que não ter sucesso seria o maior sucesso. Um dos itens era sempre elogiar seu concorrente.

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Sunday Bloody Sunday

Há muitos que perderam, mas me diga: quem ganhou? U2

Porque hoje é domingo!!!

A banda irlandesa U2 lançou a música Sunday Bloody Sunday em 1983.

A canção se refere ao célebre Domingo Sangrento, ocorrido em 1972,  no qual tropas britânicas reprimiram com violência um protesto popular.

Decorridos mais de 40 anos do fato e 30 da canção, estas demonstrações de ódio e violência ainda acontecem.

A pedido da ONG estadunidense One Agit8 a banda regravou a célebre canção em uma versão acústica.

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Precisamos de amores

Não preciso colocar link algum para falar sobre os episódios de violência ocorridos em São Paulo na última semana.

A mim, que estou longe, resta orar.

Orar por esta humanidade, que não consegue entender que somos irmãos.

Orar pelo povo que nesta vida escolhi para conterrâneos, que ainda não aprendeu o que é cidadania.

Orar pelos meus irmãos que estão lá nos protestos. Uns protestando outros de farda. Uns agredindo outros sendo agredidos, mas todos meus irmãos.

Que todos entendam que sem amor, nada seremos.

E que o amor não é coisa para outro mundo ou para  estrelas. É para aqui. É para agora. No meio de nós.

Música para esta tarde e para combater o desamor:

                 Precisamos de Amores

Paulinho Pedra Azul

Veja bem
o amor é uma coisa veloz
está fugindo do meio de nós
e habitando as estrelas.

Toda luz que faz parte da vida
tem o calor de uma amiga
e faz a gente feliz.

A vida é um espaço de ternura
não precisa de amargura
prá nascer um novo amor
e o tempo sai correndo para o nada
de que valem esses rancores
precisamos de amores.

Reclamação e cidadania

No Jornal Folha da Manhã que circula aqui em Passos e região, tem uma coluna chamada Seção Livre na quais leitores fazem reclamações diversas.

Os alvos preferidos são a Prefeitura, serviço de água e pronto socorro, com reclamações de filas, buracos nas ruas e matos nos lotes.

Uma delas chama a atenção pelo esclarecimento interessante e desfecho inesperado.

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